13 fevereiro 2020

Power BI and R: living together

Escrito por

Participei recentemente num evento organizado pela Porto.Data como orador para mostrar como é possível integrar alguns modelos preditivos desenvolvidos com a linguagem R no Power BI. O feedback que recebi dos participantes no final foi muito entusiástico e creio que todos se aperceberam do grande potencial na combinação de uma ferramenta amigável de visualização de dados, como o Power BI, e uma poderosa ferramenta de análise de dados avançada, como a R (ainda que esta seja menos amigável).

Aqui ficam as principais conclusões deste meetup. Mais uma vez, obrigado a todos pelo feedback.

Se está a cargo do Controlo Financeiro de uma empresa ou se é Analista de Dados (numa vertente mais geral), então este artigo é para si.

Avaliar todos os meses o desempenho da empresa, ou de um departamento em particular, é sempre uma tarefa interessante e motivadora de início, mas que pode, com o tempo, tornar se repetitiva e pouco atraente, tendo em consideração que, normalmente, os moldes da análise não costumam variar muito.

Para estes casos, temos o Power BI pronto a ajudar.

A XP – Extreme Programming (em português, programação extrema) é outra metodologia Agile bastante popular de desenvolvimento de software. Já provou ser bastante bem-sucedida noutras áreas e empresas com dimensões variadas. O artigo desta semana dá a conhecer as principais características desta metodologia Agile.

Esta semana vamos falar sobre a Internet das Coisas. Já todos ouvimos falar sobre este assunto, de uma forma geral, mas a Internet das Coisas cada vez mais está presente tanto na nossa vida pessoal como na profissional. A Internet das Coisas, mais conhecida pelo acrónimo IoT – Internet of Things – é o modo como os objetos físicos estão conectados e se comunicam entre si e com o utilizador, através de sensores inteligentes e softwares que transmitem dados para uma rede. Podemos pensar na IoT como um grande sistema nervoso que possibilita a troca de informações entre dois ou mais pontos. Mas o que quer isto dizer, exatamente? Esta conectividade é necessária e faz sentido? Como podem estar tantos aparelhos e objetos distintos conectados? Qual a real importância disto para a nossa vida quotidiana? Vamos tentar destrinçar o tema e dar resposta a estas questões.

Com a crescente necessidade de as empresas automatizarem e digitalizarem os seus processos de trabalho, tornando os seus colaboradores mais produtivos e independentes (através da utilização de smartphones para se comunicarem entre si), cada vez mais vivemos num período onde o conceito de BYOD (bring your own device – em português, traga o seu próprio dispositivo) possibilita e facilita o acesso a toda a informação.

Esta semana vamos ver como o PowerApps permite automatizar estes mesmos processos, facilitando a vida dos seus utilizadores.

Esta semana, vamos dar início a uma série de artigos sobre visualizações no Power BI. Neste primeiro artigo, vamos falar sobre o gráfico de Cascata e as suas principais funcionalidades, recorrendo a dois casos práticos.