Com o Power Pivot construímos modelos de dados, criamos relações entre dados, definimos colunas calculadas e escrevemos fórmulas de medidas. Para isto tudo é preciso uma coisa: dados.

Independentemente do seu tamanho, da sua origem e do seu tipo. Por vezes, precisamos de uma pequena ajuda para modificar, limpar ou transformar esses dados. O Power Query é uma preciosa ajuda nestes casos.

Todas as empresas sentem, em maior ou menor grau, a necessidade de fazer a análise dos seus dados e, por conseguinte, a apresentação dos resultados dessa análise. Com isto em mente, a Microsoft dotou o Excel de um conjunto de ferramentas que permitem a qualquer utilizador resumir dados inteligentemente, criar gráficos interativos e fazer apresentações que conseguem transmitir a informação necessária à correta tomada de decisão.

Os suplementos Power do Excel são constituídos por 4 ferramentas (Power Pivot, Power Query, Power View e Power Map) que, em conjunto, são as ferramentas de Business Intelligence que podemos operar no Excel.

Num sentido amplo, uma Macro é uma sequência de instruções que executam um conjunto de operações, por uma determinada ordem. O objetivo de criação e utilização de Macros é trabalhar com mais eficiência e com menos erros.

Sendo uma Macro um conjunto de ações que podemos executar várias vezes, a sua aplicação faz sentido para tarefas que efetuamos repetidamente. Por esta razão, também podemos gravar uma Macro para automatizar essas tarefas.

Quando criamos uma Macro, estamos a gravar cliques do rato e batimentos de teclas. Depois de criar uma Macro, podemos editá-la para efetuar pequenas alterações ao seu modo de funcionamento, de acordo com o nosso propósito.

“Business Intelligence” e “Tecnologias de Informação” são dois dos termos mais falados no mundo empresarial. As grandes empresas têm departamentos ou áreas do negócio, que se dedicam ao tratamento de dados e divulgação da informação daí decorrente, pelos vários níveis de decisão. Quanto às pequenas e médias empresas, esta situação dificilmente se verifica. Dada a sua estrutura organizativa e capacidade de investimento, as PME’s tendem a limitar a sua análise de dados às folhas de Excel e esperar que estas resolvam os problemas. Os decisores poderão não ter, deste modo, informação crítica de base para poderem tomar decisões e, estas, ficarão apenas pela superficialidade.

A previsão de vendas é um tema que mistura arte com ciência, ou dito de outra forma, equilibra-se, de um lado, com a arte da “adivinhação” e, do outro, com a ciência da análise de dados. Tudo isto agregado a um outro fator: a confiança de que as previsões se vão tornar realidade. O conceito que queremos abordar é, naturalmente, o “científico”, mas não podemos esquecer, no entanto, que «prognósticos só no fim do jogo».
Os softwares de gestão que, normalmente, são usados pelas empresas, incluem vários tipos de ferramentas, que ajudam no processo de tomada de decisão com base em dados. No entanto, para aquelas empresas que não têm esses recursos, o Excel pode ser uma solução de baixo custo e fácil utilização.

A construção de modelos de negócios tem sempre uma constante: o risco.
A forma como lidamos com a incerteza pode ser mais ou menos fácil mediante a utilização, ou não, de ferramentas que nos ajudem a antecipar cenários possíveis, a identificar a sua probabilidade de ocorrência e a nos preparar para as respetivas consequências.