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Os dias de Da Vinci estão mortos? É possível, em conjunto, ser um pintor, um engenheiro, um cientista e ainda mais de topo? "Nem pensar. Esses tempos já lá vão. Nada foi descoberto nessa altura. Agora, o melhor que pode fazer é escolher uma área e ser o melhor."
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Já argumentei que a maioria das empresas inovam quando são confrontadas com duas condições: medo ou ganância. O factor medo indica que a empresa já explorou todas as outras opções e que agora permanece a opção mais "radical" - inovação. Parafraseando Sherlock Holmes, "quando eliminamos o possível, o que quer que reste, independentemente de ser muito improvável, deverá ser a resposta." E como o Gordon Gecko do Wall Street, acredito que muitas empresas inovam quando acreditam que detectaram uma oportunidade emergente ou um novo mercado. Neste caso, a ganância é uma coisa boa.
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Akio Toyoda, presidente da Toyota e neto do fundador da empresa, testemunhou hoje perante o Comité Interno de Supervisão e Reforma à medida que os legisladores continuam a examinar o número recorde de recolhas feitas pela Toyota. Durante o processo Toyoda comentou: "O meu nome está em cada carro."
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Tenho um funcionário que parece estar a aproveitar-se de mim. Agora, com certeza, parece que guio um navio sem rumo, mas ele chega sempre atrasado, por vezes, concentra-se em coisas que são realmente irrelevantes, alega estar doente demasiadas vezes, etc. O problema é que me faz ganhar montes de dinheiro e ele sabe isso. O que posso fazer?
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A maioria das organizações trabalha no mesmo ambiente com praticamente os mesmos recursos. É a liderança das pessoas numa organização que determina o que uma organização faz com os meios que tem, quando comparada com outras organizações. A forma adequada de liderança pode fazer uma enorme diferença no desempenho.
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Muitas pessoas não olham nem actualizam o currículo há anos e anos porque pensam que não precisam. E quando precisam do currículo, o que é que fazem? Tiram o velho da gaveta e acrescentam o novo emprego. Não há nenhuma novidade aqui...
Portanto, as pessoas acabam por ter o mesmo currículo que escreveram há 20 anos e que "têm vindo a aguentar" desde então... um bocado como capas de plástico para os sofás.
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Aposto que se pensar sobre este tema descobre que o negócio que tem hoje é diferente do negócio que pensou em começar ou do negócio que chegou a começar. Quando iniciei a minha sociedade de advogados, tinha apenas uma vaga ideia sobre o tipo de direito que queria exercer. Talvez direito das sucessões, talvez danos pessoais. Sabia que ajudar as pessoas a começar as suas empresas - constituições de empresas e coisas afins - estava certamente no menu, mas para além disso, não sabia.
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Já muitas pessoas disseram que a imagem é tudo. Os adolescentes seguem isso à regra, por vezes chegando ao ridículo só para manter uma certa "imagem". No caso dos negócios, é possível que essas medidas extremas não sejam ideais, mas uma boa imagem não deixa de ser importante.
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Ao contrário do investimento em activos financeiros e imobiliários, o investimento em arte é extremamente subjectivo, difícil de avaliar e não existem ainda muitos instrumentos de análise ao serviço dos investidores. Os retornos, ainda assim, são bastante interessantes...
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