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Muitas empresas alteraram o seu paradigma da função financeira e isso deve-se, sobretudo, à evolução tecnológica. Esta evolução permite acompanhar o ritmo imposto por um mundo mais global, mais descentralizado e mais partilhado. Hoje, a função financeira tem um papel mais estratégico e central dentro das organizações. Se no passado não era assim, a quantidade de informação e a necessidade de decidir mais rapidamente levou a que a função financeira se ajustasse às tecnologias de informação de negócios, no sentido de criar valor para as empresas e ajudar a que estas o mantenham.

A previsão de tesouraria é um instrumento importante na tomada de decisões financeiras. A correta avaliação da situação financeiras das organizações e a eficaz previsão das suas necessidades de fundos contribuem decisivamente para a sua sustentabilidade. Os desafios colocados às empresas, onde aparece a liderar, a concorrência cada vez maior e melhor preparada, são mais exigentes do que nunca. Para dar uma resposta positiva e vencedora, é determinante que as organizações possam aproveitar todas as vantagens que possuem.

Como saber se uma empresa está em risco de falência? Para dar resposta a esta pergunta são calculados e analisados várias rácios e indicadores de atividade, de equilíbrio financeiro, de rentabilidade e até de risco. A análise de cada um destes indicadores é única e reflete uma posição relativa da saúde financeira da empresa. Pode até acontecer que o resultado de um indicador seja contrário ao resultado de outro, pelo que não é fácil compreender o conjunto de resultados de forma integrada.

A análise de rácios não permite retirar conclusões sobre o desempenho das empresas, mas antes entender a sua evolução em determinados contextos. As tomadas de decisão devem ter por base a análise e interpretação dos indicadores económico-financeiros, observados ao longo do tempo, e tendo por comparação a análise setorial e dos concorrentes, apoiadas na leitura das demonstrações financeiras.

Todos nós já ouvimos a expressão «o que é medido é gerido». Medir é importante, mas medir sem um objetivo, normalmente, não tem qualquer impacto na gestão.

São os objetivos que nos permitem tomar as ações para melhorar e por isso é importante sabermos onde estamos e a que distância estamos deles.
Neste sentido, vamos apresentar 4 gráficos que podemos construir para o motivar e/ou à sua equipa a alcançar os objetivos traçados.

Gerir implica tomar decisões. Mas só as boas decisões, isto é, decisões com impacto positivo na performance das empresas ou organizações, é que importam. Quer seja a planear ou a controlar, ninguém quer ser o responsável por ter tomado uma decisão errada com base em pressupostos errados.
Hoje em dia é mais fácil evitar esta situação, pois temos a tecnologia como nossa aliada, principalmente nos ambientes empresariais em que nos inserimos. Todas as empresas têm decisores e todas têm, ou podem ter, acesso a instrumentos que apoiam a tomada de decisão. No dia-a-dia podemos recorrer de forma fácil a vários recursos tecnológicos que nos facilitam o trabalho e dão garantias de menos erros e de mais produtividade.
Os produtos do Portal Gestão, criados com a finalidade de ajudar os seus utilizadores no desempenho das suas atividades profissionais, são de simples utilização e de grande utilidade.
Certamente que vai otimizar os seus resultados e aumentar a sua produtividade.
Eis, então, as ferramentas que temos para si.

 Os dados, por si só, quer estejam ordenados numa tabela ou espalhados numa folha de cálculo, necessitam que o seu leitor os visualize, interprete e lhes dê algum sentido. Doutra forma, ficarão “invisíveis”. As folhas de cálculo são capazes de mostrar dados de forma organizada e estruturada, com grande potencial de análise, se combinadas com a selecção e filtragem de informação. Talvez por isso, Edward Tufte adoptou a inclusão de pequenos gráficos dentro das colunas da tabela: por exemplo, uma barra por linha ou um pequeno gráfico de linha. Assim nasceu o termo SPARKLINE. Embora se diga que o Tufte inventou as “linhas de faíscas”, o que ele fez foi, apenas, popularizar a sua utilização e técnica.

Esqueça os romances cor-de-rosas ou os policiais do costume. O que nos vai “arrefecer” este verão é o Excel. Que melhor leitura de férias, para preparar a rentrée profissional? Sentados na esplanada ou à sombra de um pinheiro, vai valer a pena recordar os conceitos básicos das folhas de cálculo do Excel.

Uma questão muito pertinente quando procuramos aumentar o lucro da empresa é a do product-mix. Qual a combinação ótima de produtos a produzir e vender que maximiza os resultados e simultaneamente satisfaz a procura? A resposta requer uma contabilidade analítica capaz de determinar margens de contribuição por produto e um pouco mais: requer um modelo de otimização que por “tentativa e erro” chegue não só a uma solução possível mas principalmente à solução ótima.

Para a maioria das empresas, conceber uma previsão de vendas eficaz, capaz de estimar com rigor o impacto de diversas variáveis nos resultados, oferece inúmeras vantagens, das quais provavelmente a mais importante será permitir planear as ações da gestão com o conhecimento certeiro do seu efeito nos resultados. Vamos ver como uma loja online pode estimar as suas vendas em função do tráfego do seu website, da sazonalidade, dos preços de venda e de um fator de inovação dos seus produtos. Os dados são recolhidos do Google Analytics e do software de gestão da empresa com as devidas alterações para proteger a empresa.