Se está a cargo do Controlo Financeiro de uma empresa ou se é Analista de Dados (numa vertente mais geral), então este artigo é para si.

Avaliar todos os meses o desempenho da empresa, ou de um departamento em particular, é sempre uma tarefa interessante e motivadora de início, mas que pode, com o tempo, tornar se repetitiva e pouco atraente, tendo em consideração que, normalmente, os moldes da análise não costumam variar muito.

Para estes casos, temos o Power BI pronto a ajudar.

Esta semana, vamos dar início a uma série de artigos sobre visualizações no Power BI. Neste primeiro artigo, vamos falar sobre o gráfico de Cascata e as suas principais funcionalidades, recorrendo a dois casos práticos.

Uma das questões mais recorrentes no desenvolvimento de soluções de tecnologia de BI é a de permitir a comparação de valores reais com os valores orçamentados. O orçamento continua a ser uma peça essencial à gestão financeira das empresas porque permite disciplinar as ações da gestão orientando-as para os objetivos e, através da análise de desvios, ajudar a compreender como as consequências das ações da gestão resultaram abaixo ou acima do previsto durante a fase de planeamento – e assim agir novamente em ciclo reforçando as ações com desvios favoráveis e corrigindo aquelas que resultaram negativamente.

O artigo desta semana centra-se na função do profissional da área financeira numa empresa, e do que o futuro lhe reserva, tendo em conta o avanço da era digital. Este texto é baseado no artigo da CGMA® - Chartered Global Management Accountant, feito pelo Dr. Martin Farrar.

A rentabilidade do capital investido é um indicador do desempenho dos capitais totais investidos na empresa, independentemente da sua forma de financiamento. É, por isso, um indicador utilizado para comparações de desempenho de empresas sujeitas a nível de risco de negócio similar.
 

Os ficheiros SAFT (Standard Audit File for Tax Purposes) são ficheiros normalizados que guardam muitos dados úteis sobre a atividade de uma empresa, como a faturação, os clientes, fornecedores, produtos, preços, entre muitos outros. Por serem uma obrigação fiscal, os sistemas informáticos de faturação e contabilidade geram automaticamente este tipo de ficheiros para que sejam posteriormente entregues à Autoridade Tributária. Mas como contêm dados muito interessantes do ponto de vista do desempenho da empresa, porque não utilizá-los também como suporte à tomada de decisões de gestão?

No artigo anterior, procuramos perceber como o Grau de Alavancagem Operacional poderia ajudar na medição do risco de negócio e auxílio ao gestor na procura de maior estabilidade na operação da sua empresa. Desta vez, iremos analisar o nível de risco associado ao impacto que a estrutura financeira de uma empresa pode ter nos resultados gerados disponíveis para os acionistas.

Todas as empresas operam com um determinado nível de risco de negócio, relacionado com a incerteza inerente às projeções do resultado operacional, devendo-se isto à incapacidade de a empresa conseguir prever com exatidão o seu volume de negócios futuro, bem como todos os custos decorrentes da sua atividade operacional. São necessários, então, instrumentos que permitam medir o risco de negócio e sejam um auxílio ao gestor na procura de maior estabilidade possível. Neste artigo, iremos abordar um desses instrumentos – o Grau de Alavancagem Operacional.

No artigo anterior, desenvolvemos a importância de, na demonstração de resultados de uma empresa, ir mais além do que a simples utilização dos resultados líquidos para aferir a situação económica e financeira da empresa. Percebemos que através da análise vertical, é possível aferir a estrutura de custos da empresa – quer em proporção dos custos totais, quer em proporção do seu volume de negócios – e, assim, perceber de que forma a empresa afeta os recursos no decorrer da sua atividade. A análise horizontal (ou temporal) propiciará, por sua vez, uma visão complementar à técnica anterior.

Periodicamente, somos confrontados com notícias nos jornais e televisões que nos dão conta dos resultados líquidos das várias empresas cotadas na bolsa. Isto acaba por ser natural, uma vez que são os lucros ou prejuízos que chamam a atenção ao leitor comum. Todavia, a publicação periódica dos resultados de uma empresa expõe um conjunto de dados que serão, igualmente, muito interessantes para quem tiver algum interesse em aprofundar a compreensão da performance da empresa.