Neste artigo, dou a conhecer o Flow, uma nova plataforma da Microsoft que permite automatizar fluxos de trabalho entre as suas aplicações e serviços favoritos. Aqui irá encontrar uma forma de automatizar tarefas repetitivas, definir notificações automáticas para certos eventos, criar fluxos de aprovação e até ver o que dizem da sua empresa nas redes sociais!
 

A gestão moderna baseia a sua ação na análise de medidas quantificáveis, porque é importante, se não crítico, perceber qual a contribuição de cada peça da engrenagem para a performance do todo.
Quanto maior e mais complexa for a organização, mais difícil é medir as várias dimensões do negócio. Podemos estar a ver um bom resultado financeiro, mas isso não significa que não podia ser melhor. Poderão haver processos, por exemplo, que não estando otimizados estão a prejudicar este bom resultado.
Assim, é preciso criar ações de melhorias, em pontos considerados como responsáveis pela menor performance, através de indicadores-chave de desempenho, os famosos KPIs.
Perceber quais são os aspetos a melhorar na cadeia de valor é fundamental para ganhar maior competitividade no mercado e essa é uma das funções dos indicadores-chave de desempenho. Outra é ser um veículo de comunicação, na medida em que permitem a partilha do conhecimento por todos os colaboradores, para os envolver na missão de alcançar os objetivos traçados. 

Com o uso de dashboards conseguimos que a análise dos negócios seja mais organizada, concentrando apenas num lugar os recursos para obter e gerar informação.

Quando pretendemos acompanhar a evolução de um ou vários indicadores, que consideramos importantes para a gestão do nosso negócio, tendemos a criar listas ou tabelas (normalmente em Excel) e, não raras vezes, gráficos de suporte. Depois enviamos tudo por email e temos reuniões, em que cada um leva os seus “mapas” e relatórios.

Em consequência, criamos demasiados dados dispersos, temos versões diferentes de powerpoints e corremos o risco de não fazer chegar a informação certa às pessoas certas.

Só as empresas que consigam “controlar os seus números” poderão melhorar a sua performance e atingir com sucesso os seus objectivos de rentabilidade e sustentabilidade. O controlo de gestão, através da execução estratégica das suas metodologias, permite ao controller alinhar os processos das empresas com a aplicação das ferramentas de avaliação e gestão do seu desempenho.

Reduzir o trabalho monótono, repetitivo, burocrático foi sempre uma preocupação importante para mim, quer como líder de equipas de trabalho na área financeira, quer como critério de organização do meu trabalho pessoal. Nada é mais deprimente do que passar o tempo a processar, repetir. Consome-nos a vida. Ainda assim, não deixa de ser surpreendente que com diversas soluções tecnológicas ao dispor, existam ainda muitas empresas e profissionais que continuam a fazer manualmente o trabalho que deveria ser processado por máquinas: a reconciliação bancária.

Em muitas organizações, os sistemas de avaliação de desempenho humano são um temido processo burocrático. Entrevistar empregados, classificar os seus resultados em relação aos objetivos previamente traçados, definir planos de ação para o próximo ano são rotinas que facilmente desmotivam qualquer um (ou seja, produzem o efeito precisamente oposto do desejado). Para alinhar a organização em torno da sua estratégia, motivar e recompensar os colaboradres, algumas empresas de topo têm experimentado novos sistemas com resultados interessantes.

Se você quer ser mais produtivo, então comece pelo início: esteja lá a tempo. Seja uma reunião, um voo, um compromisso ou encontro romântico, assegure-se de que está lá quando diz que está lá. Isto pode parecer uma dica antiquada, mas foi-me útil durante décadas enquanto gestor de negócios.

Conceito introduzido por Adam Smith, a produção em série baseia-se na especialização e divisão do trabalho.

A investigação operacional é uma disciplina que se tem afirmado na gestão das organizações nas últimas décadas. São cada vez mais as áreas de negócio que fazem uso desta disciplina e a sua aplicabilidade é transversal, sendo possível aplicá-la em áreas tão distintas como a aeronáutica e a indústria agroalimentar.

Activity-Based Management (ABM) é um modelo de gestão no qual todas as decisões são tomadas a partir das atividades exercidas, com vista à redução de ineficiências e melhoria do valor percebido pelo cliente. E como consequência, promover melhores resultados financeiros. Em português, o seu significado está relacionado com o termo “Sistemas de Gestão Baseados em Atividades”. O ABM é utilizado em empresas de todo o mundo e nos mais diversos setores, desde petrolíferas, bancos e hospitais.