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A sua empresa tem um elevado nível de endividamento. Motivada mais por economias fiscais do que por um modelo de negócio débil, a estrutura de capitais tem facilitado a geração de fluxos de caixa estáveis e, como tal, aumentado o valor da sua empresa ao longo dos anos. Mas suponha que o seu principal concorrente - que dispõe de mais autonomia financeira - despoleta uma guerra de preços sem precedentes. Como reagir, se está preso ao serviço da dívida? E qual a estrutura de capitais ótima para evitar este tipo de problemas no futuro?

A taxa de crescimento sustentável indica qual a taxa máxima a que uma empresa pode crescer o seu volume de negócios sem alterar significativamente as suas políticas financeiras ou modelo de negócios. Quando utilizada para análise financeira é uma ferramenta que diz aos gestores que variáveis determinam o crescimento da empresa e quando utilizada em funções de planeamento financeiro pode orientar a tomada de decisões futuras.

É incrível quanto valor pode ser criado por um pequeno grupo de pessoas verdadeiramente talentosas, afirma David Wargo da Putnam Investments. Encontrar as pessoas certas e “deixá-las em paz” é um dos princípios seguidos por oito gestores destacados no livro “The Outsiders” de William Thorndike. Neste livro acompanhamos por dentro os seus processos de decisão únicos destes gestores e como conduziram as empresas a performances extraordinárias.

A atual Gestão de Recursos Humanos (GRH) pensa global, abrangente e transversal, numa perspetiva de resposta a um mercado cada vez mais dinâmico e competitivo. Assim, se queremos organizações mais ágeis e flexíveis, adaptadas aos negócios de hoje, tem a GRH ser capaz de contribuir para as desenvolver neste sentido.

A imagem de uma empresa é fundamental para transmitir confiança a clientes, colaboradores e investidores. Se os valores da empresa são autênticos e estão expressos nessa imagem, quando a apresentar ao exterior o impacto será forte. Abaixo poderá fazer o download de um template que poderá usar e adaptar livremente na apresentação da sua empresa.

A Descrição e Análise de Funções é um processo de Gestão de Recursos Humanos que tende a ser utilizado de forma autónoma e isolado enquanto metodologia analítica de uma função. No entanto, quando utilizado de um modo maximizado e otimizado torna-se numa ferramenta de gestão útil para diversos subsistemas de Gestão de Recursos Humanos, designadamente no Recrutamento e Seleção, no Diagnóstico de Necessidades de Formação, na Avaliação de Desempenho e na Segurança e Higiene no trabalho.

Já defendi aqui anteriormente que ser mais um, no meio de muitos outros, a lutar pelo preço não é uma estratégia viável para empresas de serviços. Se por um lado a regulação do exercício de determinadas profissões conduz a uma certa padronização no modo de trabalhar e agir (e ainda bem, na medida em que salvaguarda os interesses dos profissionais e seus clientes), por outro, a diferenciação estratégica impõe-se como obrigatória como via de acrescentar mais valor aos clientes.

O custo de conquistar um novo cliente é muito elevado. Se tivermos em conta todo o esforço de marketing necessário para conquistar um novo cliente, seja a comunicação, a publicidade, a organização de eventos, as promoções comerciais, o serviço pro bono, entre vários outros recursos necessários, chegamos rapidamente à conclusão que é mais rentável investir numa carteira de clientes existente do que depender da aquisição de novos clientes. Para maximizar o ROI do marketing junto de clientes existentes, muitos gestores estão a apoiar-se na inteligência emocional, essa competência comprovadamente mais importante do que o QI e do que o conhecimento técnico.

“Dividir para conquistar” é a tática da gestão de projetos. De facto, ao realizar uma abordagem global de um projeto, ou seja, vendo-o com um todo, este irá parecer imenso, confuso, intratável e difícil de entender na primeira impressão. Porém, ao dividir esse mesmo projeto em duas partes e, depois, cada metade em outras duas metades, começamos a ver pequenos pedaços do projeto, cada vez mais fáceis de ler, de entender e de interpretar. Portanto, para melhor planear, executar e controlar um projeto, é conveniente dividi-lo em pedaços menores.

Em 1980 Michael Porter desenvolveu o modelo que ainda hoje é considerado uma referência essencial para líderes e gestores de todo o mundo: o modelo de 5 forças competitivas. Através dele, as empresas procuram não só compreender e caracterizar o ambiente competitivo em que operam mas também geri-lo ativamente na busca de vantagens estratégicas e rentabilidade. Neste artigo propomos um desafio: até que ponto conhece o modelo de Porter? Faça o quiz e descubra.