O controlo de gestão é mais sobre pessoas do que números (e do que controlo, no sentido estrito da palavra, como se alguém na empresa se encarregasse exclusivamente de controlar os restantes colegas ou a gestão). É sobre o comportamento humano que devem incidir os vários instrumentos e metodologias de controlo de gestão. E se devidamente aplicados, esses instrumentos e metodologias, deverão contribuir para a motivação, a responsabilização e a recompensa de todos os colaboradores na consecução dos objetivos supremos da organização. O sistema de custeio é uma dessas ferramentas de gestão que mais impacto tem na avaliação da performance e que é frequentemente mal compreendido e mal utilizado em muitas empresas pelo que vale a pena revisitar.

Neste início de ano, em que as empresas olham o futuro com renovada ambição, é importante avaliar a eficácia do orçamento, não só do ponto de vista do seu efeito no comportamento humano mas também como processo consumidor de valiosos recursos. O orçamento continua a ser uma das peças mais importantes para a gestão das empresas. Mas continua a ser, de todas, a ferramenta de gestão vista com mais ceticismo (cinismo?) por colaboradores a todos os níveis da organização. O orçamento deslizante, ou de base móvel, oferece uma série de benefícios que estão perfeitamente ao alcance de todo o tipo de organizações.

30 dezembro 2016

E book Power BI

O principal objetivo do BI é apoiar a tomada de decisões de gestão. Quando os gestores dispõem de informação relevante e tempestiva tomam melhores decisões com grandes benefícios associados. 

O Power BI é a revolucionária tecnologia que permite descobrir e analisar a informação já existente na sua organização de uma forma inteiramente nova.

Na construção de modelos financeiros em Excel, um dos desafios mais comuns é o cálculo das depreciações de investimentos em ativos fixos tangíveis. Não me refiro ao cálculo das depreciações do investimento inicial, que são normalmente simples de calcular, mas ao cálculo das depreciações de todo o investimento, incluindo o de substituição. Com as fórmulas OFFSET ou INDEX esta tarefa pode ser muito facilitada.

Continuando a nossa análise financeira do valor da Navigator, vamos ver neste artigo como o crescimento sustentável (do ponto de vista estritamente financeiro) está condicionado pela alteração de algumas das políticas financeiras recentes. Nomeadamente, ele está preso pela elevada taxa de distribuição de dividendos de anos anteriores e pela modesta rentabilidade dos capitais investidos. Será interessante ver como ficará a estrutura financeira da empresa após a realização dos investimentos de expansão em novas fábricas. Será a Navigator capaz de entrar num novo ciclo de expansão e rentabilidade?

Na elaboração da análise de projetos de investimento, as métricas de avaliação de viabilidade mais usuais são a Taxa Interna de Rentabilidade (TIR) e o Valor Atualizado Líquido (VAL). Estes indicadores são utilizados para nos orientar quanto a decisões de avançar ou não avançar com oportunidades de investimento e são essenciais para a gestão do valor, quer como resultado da eficiência na alocação de capital quer como esforço de maximização da rentabilidade. No entanto, quando olhamos retrospetivamente para os projetos em curso ou já executados, como avaliar se a TIR e o VAL estimados estão de facto a ser cumpridos?

A história que se segue demonstra bem como algumas das ferramentas da gestão financeira moderna são de difícil aplicação no mundo real. Recentemente, fui chamado a calcular o valor de uma pequena empresa, um website com uma loja online e receitas de publicidade, e vi-me confrontado com a dificuldade de calcular o custo do capital, a criação de valor, a rentabilidade do capital investido e outros parâmetros fundamentais para executar devidamente este trabalho. Sem dispor da informação, em particular a informação de mercado, como aplicar o modelo de fluxos de caixa descontados que teria de usar?

Introduzimos hoje a versão 3.5 da aplicação Análise Financeira. Nesta versão, melhoramos significativamente o funcionamento da aplicação simplificando a sintaxe das fórmulas dos rácios financeiros, acrescentámos novos rácios de análise e tornamos mais explícitos os cálculos dos resultados financeiros previsionais. Por fim, e não menos importante, preparamos a ligação da aplicação ao Power BI, para que possa construir facilmente relatórios e dashboards interativos nesta nova tecnologia!

É reconhecida a utilidade das ferramentas de gestão no planeamento dos negócios. Você já conhece a Análise SWOT, a Análise PEST, o modelo das cinco forças de Porter mas provavelmente ainda não conhece o Business Canvas. Esta ferramenta de gestão tem assumido uma importância crescente na elaboração do plano de negócios e neste artigo vamos explorá-la um pouco. Irei ajudá-lo a tirar o máximo partido dos seus benefícios.

É relativamente fácil importar dados contabilísticos de um ou vários balancetes para o Power BI. E uma vez carregados no sistema de business intelligence, apenas teremos que os limpar e transformar uma vez e assim evitar que o processo não se repita a cada novo mês. Este processo básico pode ser complementado com a introdução de indicadores, como rácios por exemplo, que se baseiam em informação contabilística e com a combinação destes com informação não contabilística, como metas ou orçamentos e apresentar a análise financeira em formato de dashboard interativo, que a seguir partilhamos consigo.