“Business Intelligence” e “Tecnologias de Informação” são dois dos termos mais falados no mundo empresarial. As grandes empresas têm departamentos ou áreas do negócio, que se dedicam ao tratamento de dados e divulgação da informação daí decorrente, pelos vários níveis de decisão. Quanto às pequenas e médias empresas, esta situação dificilmente se verifica. Dada a sua estrutura organizativa e capacidade de investimento, as PME’s tendem a limitar a sua análise de dados às folhas de Excel e esperar que estas resolvam os problemas. Os decisores poderão não ter, deste modo, informação crítica de base para poderem tomar decisões e, estas, ficarão apenas pela superficialidade.

A previsão de vendas é um tema que mistura arte com ciência, ou dito de outra forma, equilibra-se, de um lado, com a arte da “adivinhação” e, do outro, com a ciência da análise de dados. Tudo isto agregado a um outro fator: a confiança de que as previsões se vão tornar realidade. O conceito que queremos abordar é, naturalmente, o “científico”, mas não podemos esquecer, no entanto, que «prognósticos só no fim do jogo».
Os softwares de gestão que, normalmente, são usados pelas empresas, incluem vários tipos de ferramentas, que ajudam no processo de tomada de decisão com base em dados. No entanto, para aquelas empresas que não têm esses recursos, o Excel pode ser uma solução de baixo custo e fácil utilização.

A construção de modelos de negócios tem sempre uma constante: o risco.
A forma como lidamos com a incerteza pode ser mais ou menos fácil mediante a utilização, ou não, de ferramentas que nos ajudem a antecipar cenários possíveis, a identificar a sua probabilidade de ocorrência e a nos preparar para as respetivas consequências.

Business modelling é a competência que permite ao gestor usar eficazmente a informação na tomada de decisões. Em todo o tipo de organizações, em particular nas empresas, os decisores interessam-se por antecipar o impacto das suas decisões. Procuram saber se a oportunidade de investir num novo negócio será lucrativa e como lidar com o risco e a incerteza, procuram prever a procura e estimar os resultados financeiros para que possam planear devidamente a afetação de recursos financeiros, humanos e materiais.

O Empreendedorismo na sua componente de criação de novas empresas, deve ser encarado com muita seriedade e prudência, nomeadamente por todos aqueles que pretendem optar por esta via para gerarem o seu próprio emprego.
Existem um conjunto de fases que antecedem a criação da empresa e que não podem, de forma alguma, ser negligenciadas pelo Empreendedor. Logo, neste sentido, torna-se fundamental que, após o Empreendedor ter realizado o seu primeiro investimento em tempo, pesquisa e investigação sobre os principais recursos necessários para a criação e desenvolvimento do seu modelo de negócio e ter obtido conhecimento dos apoios financeiros existentes e as diversas formas de financiamento disponíveis para novas start-ups, se desenvolva um plano de negócios realista.

O Business Model Canvas é uma ferramenta de gestão estratégica, que permite desenvolver modelos de negócio para empresas existentes e novos Projetos. Hoje em dia, esta metodologia é frequentemente utilizada em Programas de Empreendedorismo, relacionados com ações de mentoring para aceleração e validação de ideias de negócio inovadoras mas, também, em diversas instituições de ensino e centros de formação profissional, que incluem este tema nos seus planos curriculares.

Todos nós já ouvimos a expressão «o que é medido é gerido». Medir é importante, mas medir sem um objetivo, normalmente, não tem qualquer impacto na gestão.

São os objetivos que nos permitem tomar as ações para melhorar e por isso é importante sabermos onde estamos e a que distância estamos deles.
Neste sentido, vamos apresentar 4 gráficos que podemos construir para o motivar e/ou à sua equipa a alcançar os objetivos traçados.

O Business Analytics consiste na prática da análise de grandes quantidades de dados em diferentes configurações, recolhidos a partir de variadas fontes, com destaque para a análise estatística. Por norma, as empresas que tomam as decisões baseadas em dados, são as que utilizam este processo, porque têm os seus dados como um ativo importante e vêm neles uma vantagem competitiva pois conseguem encontrar várias possibilidades de ação para explorar e desenvolver o negócio, bem como aprimorar o conhecimento do mercado.

A qualidade dos dados, colaboradores capazes de os analisar, ao mesmo tempo que percebem as tecnologias e o negócio, e um compromisso organizacional com este modelo, são fatores críticos para o sucesso da implementação desta ferramenta.

A gestão moderna baseia a sua ação na análise de medidas quantificáveis, porque é importante, se não crítico, perceber qual a contribuição de cada peça da engrenagem para a performance do todo.
Quanto maior e mais complexa for a organização, mais difícil é medir as várias dimensões do negócio. Podemos estar a ver um bom resultado financeiro, mas isso não significa que não podia ser melhor. Poderão haver processos, por exemplo, que não estando otimizados estão a prejudicar este bom resultado.
Assim, é preciso criar ações de melhorias, em pontos considerados como responsáveis pela menor performance, através de indicadores-chave de desempenho, os famosos KPIs.
Perceber quais são os aspetos a melhorar na cadeia de valor é fundamental para ganhar maior competitividade no mercado e essa é uma das funções dos indicadores-chave de desempenho. Outra é ser um veículo de comunicação, na medida em que permitem a partilha do conhecimento por todos os colaboradores, para os envolver na missão de alcançar os objetivos traçados. 

Quando pensamos no Excel, o que nos vem à cabeça são longas listas ou tabelas de linhas e colinas cheias de números. No entanto, o Excel é uma excelente ferramenta de apresentação visual de dados sob a forma gráfica. De fato, o Excel é, provavelmente, o software mais usado para criar gráficos.
Já sabemos que um gráfico é uma representação visual de valores numéricos. O Excel proporciona os instrumentos necessários para se criar vários gráficos altamente personalizáveis.
O Excel tem muitos tipos de gráficos tais como Gráficos de Coluna ou de Barras, de Linhas ou de Área, Gráficos Circulares ou em Anel, e assim por diante. Contudo, aqui vamos falar sobre outros tipos de gráficos menos comuns: o gráfico de coluna flutuante, o gráfico de Gantt, o gráfico de Gauge e o gráfico de termómetro.
Apesar de nenhum destes gráficos estar disponível como gráfico padrão, não se preocupe. Vamos ver como criá-los no Excel.