Eduardo Ribeiro

Eduardo Ribeiro

Com um percurso académico sólido nas áreas de Economia e Corporate Finance é formador de PowerApps e Business Modelling e desenvolvedor de aplicações financeiras e de gestão.

Neste artigo, dou a conhecer o Flow, uma nova plataforma da Microsoft que permite automatizar fluxos de trabalho entre as suas aplicações e serviços favoritos. Aqui irá encontrar uma forma de automatizar tarefas repetitivas, definir notificações automáticas para certos eventos, criar fluxos de aprovação e até ver o que dizem da sua empresa nas redes sociais!
 

Nas últimas semanas tenho partilhado uma série de artigos a dar conta da crescente importância das aplicações móveis enquanto ferramenta de Business Intelligence. Através destas aplicações, os colaboradores poderão agora aceder à informação da sua empresa em tempo real, a partir de um telemóvel ou tablet, e tomar as melhores decisões a cada momento. Apesar da poupança de custos e tempo já demonstrada, muitos gestores resistem ainda em dar o primeiro passo, receando um investimento avultado à partida ou largas horas perdidas na implementação e ligação com uma origem de dados. Com o PowerApps, o seu trabalho estará largamente facilitado.

Hoje em dia, as empresas encontram-se sob cada vez maior pressão para tomar decisões suportadas em melhor informação, e de forma mais rápida. Por isso mesmo é cada vez mais importante que uma empresa opte pela integração de aplicações móveis de Business Intelligence nos seus processos de gestão, de forma a que os seus colaboradores possam ter acesso a toda a informação necessária em qualquer altura e em qualquer lugar, em tempo real.

No artigo anterior, tive a oportunidade de introduzir a nova plataforma da Microsoft, o PowerApps, que lhe vai permitir criar aplicações móveis de uma forma rápida e sem necessidade de aprender a programar. É esta simplicidade que permite aos próprios gestores pôr mãos à obra e criar soluções à medida face aos desafios do seu próprio negócio! De forma a perceber um pouco melhor o potencial da plataforma, vamos ver alguns exemplos do tipo de tarefas poderão ser levadas a cabo pelo PowerApps…  

A plataforma Microsoft PowerApps é um serviço SaaS (software-as-a-service) que lhe permite criar e utilizar aplicações móveis no contexto da sua empresa, transversais a várias plataformas – seja no browser do seu computador, no seu telemóvel ou no seu tablet. Pode ter a sua primeira app a funcionar em poucas horas, sem necessitar de programar e, melhor de tudo, pode começar já!
 
 
A rentabilidade do capital investido é um indicador do desempenho dos capitais totais investidos na empresa, independentemente da sua forma de financiamento. É, por isso, um indicador utilizado para comparações de desempenho de empresas sujeitas a nível de risco de negócio similar.
 

Ter liquidez significa ter disponibilidade de dinheiro ou a possibilidade de o obter com facilidade para satisfazer os compromissos que estão a vencer no imediato. Esta é analisada e trabalhada todos os dias de modo a garantir que existe tesouraria adequada a todo o momento para pagar as dívidas que se vão vencendo no dia a dia da empresa.

No artigo anterior, procuramos perceber como o Grau de Alavancagem Operacional poderia ajudar na medição do risco de negócio e auxílio ao gestor na procura de maior estabilidade na operação da sua empresa. Desta vez, iremos analisar o nível de risco associado ao impacto que a estrutura financeira de uma empresa pode ter nos resultados gerados disponíveis para os acionistas.

Todas as empresas operam com um determinado nível de risco de negócio, relacionado com a incerteza inerente às projeções do resultado operacional, devendo-se isto à incapacidade de a empresa conseguir prever com exatidão o seu volume de negócios futuro, bem como todos os custos decorrentes da sua atividade operacional. São necessários, então, instrumentos que permitam medir o risco de negócio e sejam um auxílio ao gestor na procura de maior estabilidade possível. Neste artigo, iremos abordar um desses instrumentos – o Grau de Alavancagem Operacional.

No artigo anterior, desenvolvemos a importância de, na demonstração de resultados de uma empresa, ir mais além do que a simples utilização dos resultados líquidos para aferir a situação económica e financeira da empresa. Percebemos que através da análise vertical, é possível aferir a estrutura de custos da empresa – quer em proporção dos custos totais, quer em proporção do seu volume de negócios – e, assim, perceber de que forma a empresa afeta os recursos no decorrer da sua atividade. A análise horizontal (ou temporal) propiciará, por sua vez, uma visão complementar à técnica anterior.

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