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Na nossa tentativa de definir o conceito de liderança, deparamo-nos com tantos estilos de liderança, como de líderes. Mahatma Gandhi era muito diferente de Jack Welch e Richard Branson não é comparável a Martin Luther King, por exemplo. Os líderes podem ter diferentes personalidadades, diferentes níveis de formação e diferentes motivos para liderar. Com a ajuda da psicologia e da experiência de gestão, fomos desenvolvendo formas rápidas e úteis de descrever os principais estilos de liderança. Isto pode ajudar-nos a melhor compreender e a adaptar os nossos próprios estilos de liderança.
Como gestores, temos a tendência para procurar conceitos. Conceitos que sintetizem situações complexas, que resolvam problemas difíceis e que nos economizem o tempo. É assim também quando discutimos sobre a liderança - um tema decisivo na gestão de qualquer empresa, grande ou pequena.
O que é a liderança? O que define um líder e como podemos, nós próprios, desenvolver as nossas capacidades liderança? Pode ser um pouco ambicioso tentar responder a todas estas questões de forma definitiva, mas, de vez em quando, vale a pena repensar sobre os nossos conceitos.
A Gestão de conflitos é uma tarefa fundamental da liderança. Como vimos num artigo anterior sobre motivação no trabalho e entusiasmo, as pessoas tendem a dar o seu melhor quando encontram camaradagem no local de trabalho. Um ambiente de trabalho de conflito constante e de combate pode ser seriamente desmotivador para a maioria das pessoas. Esse ambiente também dificulta o desempenho de alto rendimento, que tende a exigir um esforço maior de equipas comprometidas com a visão da organização.
As pessoas diferem na maneira como se veêm a si próprias e esta auto-visão afecta a maneira como comunicam com outras pessoas. É esta auto-visão, em vez de eficácia da comunicação, que determina a forma como a maioria das pessoas comunica. Na gestão, no entanto, os gestores podem aprender a adquirir hábitos de comunicação eficazes.
A maioria das organizações trabalha no mesmo ambiente com praticamente os mesmos recursos. É a liderança das pessoas numa organização que determina o que uma organização faz com os meios que tem, quando comparada com outras organizações. A forma adequada de liderança pode fazer uma enorme diferença no desempenho.
Um líder será alguém que o é, na medida em que é aceite, a chefia, por sua vez, não é mais que um atributo hierárquico de aceitação obrigatória. A questão Liderança vs Chefia dentro das organizações tem sido esplanada ao longo dos tempos, através de várias teorias, algumas das quais apresento posteriormente. Já muito se escreveu sobre liderança: regras, dicas, estilos e biografias de líderes que inspiraram a história do mundo. Mas existem certas ideias de liderança que acabamos por não ser capazes de reconhecer e perceber enquanto lemos livros. Eis uma pequena lista de coisas que se julga saber sobre a liderança.
Lidar com pessoas é o trabalho mais importante do líder de qualquer empresa. A liderança, pela sua complexidade e importância, pode ter muitas facetas diferentes e quando estamos a liderar uma equipa raramente temos a oportunidade de reflectir sobre o que devemos e não devemos fazer enquanto líderes. Resumimos neste artigo as principais ideias...
Contrariamente à definição tradicional de liderança, a humildade é uma característica distintiva dos melhores líderes. Jim Collins cunhou o termo "Liderança de Nível 5" para ilustrar como os melhores líderes transformaram as suas empresas em exemplos de grande sucesso, usando a humildade como catalisador da mudança, motivação e empenho.
A teoria Y assume que os empregados podem ser determinados, auto-motivados e exercer auto-controlo. Nesta teoria, crê-se que os empregados gostam dos seus empregos nos seus aspectos mentais e físicos. Para os empregados, o trabalho é tão natural como a diversão, fazendo da empresa um processo fluído. A teoria Y assume ainda que os empregados vão procurar a responsabilidade e comprometer-se totalmente com os objectivos. Uma questão que é levantada na teoria Y prende-se com o facto de o potencial dos talentos que a empresa dispõe não serem usados ao máximo, com a agravante de muitos empregados acharem que não estão a usar plenamente as suas capacidades. Para que esta teoria funcione na prática, os gestores têm de ser abertos e incutir um espírito positivo nos seus empregados. Um gestor seguidor da teoria Y acredita que os empregados serão auto-suficientes e procurarão dar o seu melhor no seu trabalho. Também irá acreditar que se os empregados fizerem um bom trabalho se sentirão mais motivados ainda. Algumas empresas, principalmente as mais modernas, tendem a seguir esta teoria. Por isso proporcionam um ambiente descontraído e divertido, confiam nas pessoas e dão-lhes grande liberdade para trabalhar como entendem. É o caso da Google. |
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