Cada um dos contribuidores que se segue tem um papel diferente quanto ao seu contributo para a inovação:
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Revolucionário: o revolucionário é a pessoa que está sempre cheia de vontade de mudar as coisas, de as abanar, e de partilhar a sua opinião. Estas pessoas costumam ter muitas ideias boas e não têm medo de as apresentar. Podem contribuir com 80 a 90 por cento das ideias.
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Forçado: o forçado tem muitas boas ideias mas não as quer apresentar de boa vontade, seja porque não sabe que alguém está à procura de ideias, ou porque não sabe como exprimir as suas ideias, o forçado prefere manter a cabeça em baixo e fazer o seu trabalho.
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Conector: o conector limita-se a colocar duas partes em contacto uma com a outra. Estas pessoas ouvem um forçado a dizer algo interessante e colocam-no em contacto com um revolucionário. O conector ouve o artista e sabe exactamente onde encontrar o facilitador de problemas que a sua ideia precisa.
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Artista: o artista nem sempre tem boas ideias, mas é muito bom a melhorá-las.
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O campeão do cliente: o campeão do cliente pode viver no limite da organização. Não só tem contacto constante com o cliente, como também compreende as suas necessidades, é familiar com as suas acções e comportamentos, e pode ter muita facilidade em captar o interesse de um cliente sobre uma nova ideia.
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O facilitador de problemas: todas as boas ideias têm pelo menos um ou dois obstáculos a ultrapassar antes de serem julgadas ou antes da sua magia produzir realmente efeito. É por isso que o facilitador de problemas é importante. São pessoas que adoram problemas e têm muitas vezes um conhecimento ou experiência profundos para os resolver.
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O juiz: o juiz é mesmo bom a identificar o que pode ser rentável e bem sucedido no mercado.
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O mágico: o mágico aproveita uma boa ideia e concretiza-a. Estas são as pessoas capazes de perceber como é que as coisas vão ser feitas e como obter os recursos necessários para avançar.
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O evangelista: os evangelistas sabem como formar outras pessoas nas ideias. São pessoas fantásticas para ajudar a criar suporte para uma ideia internamente, bem como para ajudar a formar os clientes.
Se a sua organização tem uma força de trabalho suficientemente diversificada, coloque estas pesssoas em equipas multifacetadas, não tente mudar os papéis que cada um assumirá de forma natural. Procure antes descobrir o verdadeiro potencial de cada um destes personagens e comece a inovar mais!

