Por exemplo, quando comparamos um orçamento que foi previamente concebido apenas por análise dos anos anteriores a números reais do próprio ano e, quando o mercado passa por mudanças ou instabilidades económicas, as empresas perdem mais tempo com ajustes ao orçamento do que com acções concrectas para identificação de novas oportunidades.
Assumindo que o orçamento é uma forma de controle por parte dos gestores, como muitas vezes se considera, novas técnicas de gestão tendem agora a descentralizar essa responsabilidade, adoptando uma nova postura de gestão em que os colaboradores passam a contribuir para a definição de objectivos que contribuam para o desempenho geral da organização. Muitos chamam a estas novas técnicas de gestão sem orçamento.
Novas formas de planeamento orçamentalA grande maioria das empresas no mundo inteiro trabalha com um modelo de gestão baseado no orçamento. É um trabalho detalhado e dispendioso, que envolve tempo e recursos na recolha, análise e projecção de números.
A gestão de topo procura, através deste processo, definir metas e tarefas que sejam desempenhadas e cumpridas durante o ano seguinte. Apesar do esforço no levantamento e construção de um bom planeamento, nem sempre os números finais condizem com a realidade da empresa. Embora as razões que tornam o orçamento tão popular sejam relevantes - tais como a definição de metas, controle de custos e a previsão do futuro da organização - o seu desempenho pode não ser muito satisfatório. {adsense,pub-1610445940337613,2667490482,468,60}
A gestão sem orçamento não procura suprimir as metas, mas antes identificar as metas de desempenho mais relevantes e exequíveis. Algumas dessas novas técnicas são:
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