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A escuta activa é uma técnica de comunicação que implica que, num diálogo, o ouvinte comece por interpretar e compreender a mensagem que recebe. Parece óbvio que quem ouve deva prestar atenção ao que lhe transmitem, mas a verdade é que uma boa parte da informação de uma conversa não chega correctamente ou é mal interpretada pelo ouvinte. Isso acontece por excesso de informação, falta de concentração, stress ou por várias outras razões.

Na gestão, a escuta activa é fundamental para fomentar o bom relacionamento pois facilita o bom entendimento entre diferentes partes e reduz os conflitos.

Os líderes de equipas têm de saber escutar activamente. Isso significa que têm de se assegurar que compreendem totalmente o significado das mensagens que recebem dos seus colaboradores, o que nem sempre é fácil. Passa por pedir esclarecimentos, confirmar através de perguntas, que a mensagem foi bem compreendida e analisar a linguagem não-verbal.

CEO é a abreviatura de Chief Executive Officer. É o cargo mais elevado na hierarquia da gestão de uma empresa. Também é conhecido por Director Geral em Portugal e no Brasil, embora as empresas estejam cada vez mais a adoptar a terminologia internacional. O CEO tem a máxima autoridade (e responsabilidade) na tomada de decisões de gestão da empresa. Quando existe um Conselho de Administração, é a ele que o CEO reporta.

A função do CEO é abrangente. Ele/a é responsável por integrar as diversas funções da empresa: produção, comercial, finanças, recursos humanos, etc. Desse modo, o CEO funciona como um líder e elo de ligação entre todas as áreas da organização.

O CEO também tem a responsabilidade de definir a estratégia do negócio e as políticas de gestão que conduzirão a empresa a alcançar os seus objectivos, principalmente o lucro. Quando o Conselho de Administração intervém mais directamente nas decisões-chave da gestão da empresa, o CEO é encarregue da sua implementação.

Os RH incutem os valores e crenças da organização, moldam e apoiam normas e papéis culturais e implementam a mudança cultural de acordo com os objectivos organizacionais. Também desempenham um papel estratégico significativo, ajudando a cultura empresarial a adaptar-se a ambientes em mudança, para que a empresa tenha o posicionamento correcto para responder aos desafios que enfrenta.

Já pensou no potencial da diversidade na sua empresa? Se os seus colaboradores são oriundos de diferentes etnias, raças ou religiões, pode ser que tenha dentro da sua empresa um grande potencial de inovação, criatividade e performance. Gerir a diversidade não é fácil, as tensões são mais vezes a regra do que a excepção. Mas, se devidamente trabalhada, a diversidade pode ser um poderoso catalisador.

Nenhuma organização funciona sem objectivos claros, ambiciosos e mensuráveis. Para chegar ao topo, as empresas têm de incutir os seus objectivos nos objectivos dos seus colaboradores. A avaliação do desempenho é o processo que garante que a empresa está no bom caminho. Para que tenha realmente impacto no desempenho, é necessário executá-la com cuidado.
Pequenas e grandes organizações possuem culturas que variam em força e fraqueza. A força é determinada pelo grau em que os membros partilham uniformemente todos os valores, crenças, pressupostos, interpretações, sentidos, práticas e comportamentos. Uma cultura forte pode ser uma grande vantagem: a sua imagem é facilmente reconhecida pelos que estão fora da cultura.

A necessidade de as empresas se renovarem para ganhar vantagens competitivas implica que alterem a natureza das suas relações com actores-chave. Maior cooperação e comunicação estão em voga. A parceria é importante - no interior e no exterior da empresa.

No interior da organização, os empregados reúnem-se em equipas, associando-se de novas formas à medida que aprendem a trabalhar juntos para resolver problemas complexos num ambiente de turbulência e alta competição. À medida que aprendem a colaborar de forma mais eficaz, melhoram não só a eficiência e a qualidade, como criam mais valor para os clientes.

O desempenho e a produtividade são influenciados pelo comportamento dos empregados: pelas suas capacidades, níveis de competência, motivação e esforço. Capacidades e competências podem ser desenvolvidas através da formação e educação, mas os trabalhadores devem estar motivados para melhorar o seu desempenho.

Os sistemas de incentivos existem para motivar e recompensar as pessoas e assim melhorar a performance da organização para a qual trabalham como um todo. Os incentivos podem ser financeiros ou não financeiros. O reconhecimento de um bom desempenho ou a atribuição de responsabilidades acrescidas são exemplos de incentivos não financeiros que as pessoas costumam apreciar.

Os incentivos devem estar relacionados com a performance. Por exemplo, uma equipa de vendedores poderá ter um bónus anual directamente relacionado com o volume de vendas.

Independentemente da função em causa, os sistemas de incentivos têm sempre como principal objectivo direccionar o comportamento das pessoas para determinado fim. Por exemplo, os funcionários da produção para produzir mais quantidade com menos defeitos ou os colaboradores do marketing para a concepção de mais novos produtos com sucesso no mercado.

Nem sempre é fácil conceber um sistema coeso a toda organização que direccione as pessoas para os objectivos gerais da organização e é por isso que esta ferramenta de gestão é uma das mais debatidas e menos consensuais. É também uma das mais importantes.

Os programas de incentivos funcionam quando as medidas do desempenho estão claramente definidas. Programas eficazes promovem o envolvimento de empregados, sublinham competências de formação e feedback, e utilizam medidas do desempenho comuns.

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