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Comunidade. O voluntariado numa organização profissional ou numa outra associação que lhe diz algo dá-lhe proximidade com pessoas que partilham dos mesmos interesses ou valores. Este elo comum ajuda a criar relações e confiança. As pessoas ficam muito mais dispostas a partilhar informação com quem faz parte da comunidade, já que já há uma ligação com a pessoa.
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Liderança. Assumir um papel de liderança numa organização permite-lhe mostrar as suas capacidades de conduzir os outros e de pensar de forma estratégica sobre determinado processo ou projecto. Se conseguir liderar eficazmente uma equipa ou projecto num ambiente de voluntariado, as pessoas dessa comunidade vão reparar nisso e servir como testemunhas quando surgirem outras oportunidades de liderança.
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Desenvolvimento de novas capacidades. Com as oportunidades de voluntariado, pode começar a aperfeiçoar capacidades que podem até não fazer parte das suas competências actuais, mas que podem vir a ser importantes para o seu desenvolvimento profissional futuro. As capacidades que se adquirem em regime de voluntariado não têm menos valor do que as que se adquirem pagando, além de que podem acabar por passar de competências de voluntariado para competências assalariadas.
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Networking. As conversas informais sobre empresas e dicas sobre emprego estão sempre a acontecer em relações pessoais que se desenvolvem durante o voluntariado e em organizações profissionais e grupos de afinidade. Alguns dos melhores empregos costumam ser comunicados de forma rotineira de pessoa para pessoa e não através de anúncios.
Como acontece com qualquer outro tipo de relação que cria, encare uma relação de voluntariado como uma ligação de "dar por dar" e não "dar para receber". Vai estar a ajudar os outros e a gerar energias positivas, mas, a longo prazo, vai acabar por se sentir satisfeito com o "retorno do investimento" no esforço de voluntariado.
