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Eis algumas estatísticas que vão pôr toda a gente a pensar de forma diferente sobre as actuais estratégias de procura de emprego.
- No futuro, o trabalhador médio vá ter entre 10 e 14 empregos até aos 38 anos.
- Muito do que os estudantes aprendem no primeiro ano de faculdade está ultrapassado quando acabarem o curso.
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Segundo um estudo realizado pela Execunet, 86% dos recrutadores pesquisam os candidatos no Google e 44% desses candidatos é excluído por algo encontrado on-line.
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Há 350 000 empregos públicos à espera de serem ocupados nos E.U.A. Esse número aumenta se se tiver em conta os funcionários públicos que se vão reformar em breve.
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Foram contratadas 4 milhões e 400 mil pessoas no último mês.
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Durante a recessão de 1982, o desemprego chegava aos 10,8%; a taxa de desemprego de 2009 está no 8,6%.
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O LinkedIn conta com 39 milhões de utilizadores.
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As mulheres com mais de 34 anos são o grupo mais predominante no Facebook.
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O Twitter cresceu 130% desde Março.
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36% dos profissionais estabelecem contactos ao usar palavras-chave na network que usam.
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Em 2024, um computador de $1000 vai ultrapassar as capacidades de computação do cérebro humano.
Citando um vídeo exibido na conferência, que indicava mudanças no mercado de trabalho e no mundo em geral... "vai haver mudanças". Está preparado para lidar com isso?
Sobre a autora:
Barbara Safani é consultora nas áreas relacionadas com o desenvolvimento organizacional. Colabora com diversas empresas da revista Fortune 100 e com indivíduos na criação de soluções de networking, procura de emprego e negociação salarial.
É fundadora da Career Solvers, empresa especializada em recrutamento e selecção.
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