É aconselhável enviar uma carta de intenção juntamente com o currículo. A carta permite que o candidato adapte o currículo ao cargo pretendido e inicia um diálogo com a autoridade contratadora. Eis dez dicas para uma carta de intenção mais poderosa.

Já todos nós tivemos de redigir uma carta para concorrer a um emprego. Durante muitos anos chamamos a essas cartas, as cartas de apresentação. Hoje em dia é costume chamarmos de "cartas de motivação". Em primeiro lugar, porque soa francamente melhor! Em segundo lugar, porque o nosso objectivo não é somente apresentarmo-nos mas sim, desde logo, afirmar fortemente a nossa motivação para ingressar naquele cargo ou naquela empresa.

Em artigos anteriores, abordamos o tema do teletrabalho na perspectiva da grande inovação que representa para o mercado de trabalho actual. Contudo, como em tudo o resto, há duas faces para uma mesma moeda e é imperativo compreender que vantagens e desvantagens poderá representar esta nova forma de organização do trabalho, quer para teletrabalhadores quer para empregadores.

Se a ideia de falar em público o faz começar a tremer e a suar, não é o único. O medo de falar em público e de fazer apresentações para grupos costuma ser a principal fobia de gestores em início de carreira e mesmo de alguns mais experientes. O medo de falar em público é adquirido, não nascemos com ele. Tal como é aprendido, também pode ser desaprendido e muitas pessoas ultrapassam esse sentimento e tornam-se grandes oradores.
Existe uma série de motivos para as pessoas enfrentarem o medo e superarem as tremuras:

 

Gerir é, hoje em dia, sinónimo de pressão pelos resultados. O ambiente mais competitivo que atravessamos obriga-nos a procurar novas maneiras de organizar o nosso trabalho e o das nossas equipas por forma a darmos resposta ao desafio de ser eficaz.

Neste artigo exploramos algumas ideias deixadas por Peter Drucker sobre eficácia. Conheça-as e comece já a mudar...
A Inteligência Emocional é uma área relativamente nova da psicologia. Basicamente, a Inteligência Emocional significa a capacidade que umapessoa tem de compreender e influenciar as suas próprias emoções e as emoções das pessoas que a rodeiam. O termo inteligência emocional foi criado por Daniel Goleman, no seu livro com o mesmo nome, e, desde então, têm sido inúmeros os estudos sobre o tema e a sua aplicação à gestão de carreiras.

Mudar de emprego, comprar um carro novo, mudar de casa são decisões que afectam as nossas vidas de uma forma tal que, por vezes, nos sentimos confusos e inseguros.

Se se sente completamente perdido na sua vida profissional, descanse, não é único. Milhares de pessoas sofrem do mesmo problema.

Sentir-se "perdido" é uma expressão que tem de ser eliminada do seu vocabulário. Você está "aberto a outras opções" ou "disponível para novos desafios".

Algumas mudanças fundamentais estão a acontecer todos os dias com grande impacto na gestão das carreiras de milhões de profissionais em todo o Mundo. Soube por exemplo, que a Sony vai despedir oito mil pessoas, seguindo um plano de reestruturação da empresa que visa atenuar os efeitos da crise mundial. A Toyota e a Tyco anunciaram também paragens de produção significativas, entre muitas outras notícias do género que têm sido publicadas nos principais jornais de economia. Tenho a noção que estas empresas têm os melhores gestores e os melhores profissionais do Mundo, mas como é que se pode sobreviver num ambiente destes?

A escuta activa é uma técnica de comunicação que implica que, num diálogo, o ouvinte comece por interpretar e compreender a mensagem que recebe. Parece óbvio que quem ouve deva prestar atenção ao que lhe transmitem, mas a verdade é que uma boa parte da informação de uma conversa não chega correctamente ou é mal interpretada pelo ouvinte. Isso acontece por excesso de informação, falta de concentração, stress ou por várias outras razões.

Na gestão, a escuta activa é fundamental para fomentar o bom relacionamento pois facilita o bom entendimento entre diferentes partes e reduz os conflitos.

Os líderes de equipas têm de saber escutar activamente. Isso significa que têm de se assegurar que compreendem totalmente o significado das mensagens que recebem dos seus colaboradores, o que nem sempre é fácil. Passa por pedir esclarecimentos, confirmar através de perguntas, que a mensagem foi bem compreendida e analisar a linguagem não-verbal.

<< Início < Anterior 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Seguinte > Final >>
página 1 de 16
Plus500